segunda-feira, 30 de março de 2015

IDENTIDADE E AUTONOMIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Identidade
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, identidade remete à ideia de distinção. Diz o documento: "é uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome, seguido de todas as características físicas, de modos de agir, de pensar e da história pessoal".

Construir a identidade implica conhecer os próprios gostos e preferências e dominar habilidades e limites, sempre levando em conta a cultura, a sociedade, o ambiente e as pessoas com quem se convive. Esse autoconhecimento começa no início da vida e segue até o seu fim, mas é fundamental que alguns conhecimentos sejam adquiridos ainda na creche.
Assim que nasce, o bebê permanece um bom tempo em fusão com a mãe. Isso significa que ele ainda não é capaz de reconhecer os próprios limites e os limites do outro. Por isso, o desenvolvimento da criança nos primeiros anos de vida está intimamente ligado a experiências de frustração - no jargão freudiano pelas quais terá de passar para compreender-se como um ser único em meio a outros seres igualmente singulares, ou seja, um ser com identidade própria.
O cerne da construção da identidade está nas pessoas com as quais a criança estabelece vínculos. A família é o primeiro canal de socialização. Em seguida, e tão importante quanto, está a escola.
Autonomia
A autonomia, segundo o mesmo referencial curricular é "a capacidade de se conduzir e de tomar decisões por si próprio, levando em conta regras, valores, a perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro". Mais do que autocuidado - saber vestir-se, alimentar-se, escovar os dentes ou calçar os sapatos -, ter autonomia significa ter vontade própria e ser competente para atuar no mundo em que vive. É na creche que a criança conquista suas primeiras aprendizagens - adquire a linguagem, aprende a andar, forma o pensamento simbólico e se torna um ser sociável.

A especificidade do trabalho na creche
Na faixa de 0 a 3 anos, explorar o eixo identidade e autonomia envolve ajudar os pequenos a desenvolver o reconhecimento da própria imagem. O objetivo é que eles se identifiquem como seres únicos, com corpo, hábitos e preferências próprias. Ao mesmo tempo, é desejável que os bebês ganhem independência progressiva para tanto para realizar ações cotidianas, como brincar e se expressar por meio da linguagem, quanto para o cuidado com a higiene e a alimentação. O caminho privilegiado para conseguir esse desenvolvimento são as atividades de interação, que possibilitam a criação de vínculos afetivos e o aprendizado das regras para a vida em sociedade.






NATUREZA E SOCIEDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

NATUREZA E SOCIEDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A criança, a natureza e a sociedade

As crianças da creche representam o mundo a partir das relações que estabelecem com os objetos concretos da realidade sentida e vivenciada. Essas relações são significadas e mediadas por representações construídas culturalmente, favorecendo a mudanças no modo de compreensão do mundo. A criança é curiosa, gosta de explorar objetos e estar em constante movimento. Nesse processo, confronta hipóteses e explicações que lhes são fornecidas nas interações com o meio. Assim, a elaboração de conceitos pelas crianças ocorre não apenas a partir do concreto, mas de forma contextualizada, acerca dos fenômenos, seres e objetos e, conforme vão se desenvolvendo e aprendendo, dirige-se a particularização.
Segundo o RCNEI, o conhecimento a ser construído nessa área acontece gradativamente nas atitudes infantis de “curiosidade, de crítica, de refutação e de reformulação de explicações para a pluralidade e divesidade de fenômenos e acontecimentos do mundo social e natural” (p. 173). Assim, nesta perspectiva, o professor pode organizar o trabalho de maneira a sistematizar conteúdos que sejam mais significativos para a criança e sua realidade. O trabalho pode consistir em estimular as crianças a obsevar fenômenos, descrever acontecimentos, elaborar hipóteses e, principalmente, conhecer a historicidade existente nas relações sociais utilizando recursos como televisão, rádio, fotografias, jornais, filmes e livros.
A prática pedagógica com crianças de creche tem por objetivo “explorar o ambiente, para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer o contato com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse” (Brasil, 1998b, p. 166). As atividades podem envolver histórias, jogos e brincadeiras e músicas que abordem a cultura a que a criança é envolvida em seu contexto social, experiências que identifiquem explorações de objetos, suas propriedades e relações simples de causa e efeito. Assim, fazer gelatina é um exemplo simples de como ocorre o processo de transformação e pode ser feito facilmente com a participação das crianças pequenas.
Algumas escolas investem em espaços com animais e plantas, o que facilita o convívio dos pequenos com suas relações. A confecção e observação de terrários pode fazer com que a criança perceba a articulação entre cuidados e a ciência, através do cultivo de seres vivos importantes para manter a vida das plantas.
As brincadeiras que envolvem a expressão corporal favorecem o conhecimento do próprio corpo e como ele cresce e se desenvolve, ampliando o a noção de seus potenciais físicos, motores e perceptivos. Contudo, a criança percebe gradativamente a relação entre o seu próprio corpo e o meio quando descobre que suas ações correspondem ao seu cotidiano.
Nesta perspectiva, o RCNEI aponta os objetivos para as crianças da pré-escola voltados à criticidade. O primeiro objetivo é “interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias” (Brasil, 1998b, p. 175).
A prática pedagógica do professor, neste sentido, pode envolver projetos pedagógicos que estimulem a pesquisa de alimentação, vestimentas, jogos e brincadeiras, canções, relações de trabalho e lazer que favoreçam a criança a perceber as diferenças culturais, históricas e geográficas entre as pessoas de seu convívio e de outros grupos sociais.
Outro objetivo para esta faixa etária proposto é “estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos” (Brasil, 1998b, p. 175). O estímulo percepção sobre as diferenças existentes entre os hábitos de pessoas de um mesmo país, porém de regiões diversas pode estar focado nas discussões sobre modos de vida, hábitos e costumes. A reflexão sobre a diversidade cultural faz com que as crianças se identifiquem no contexto social em que vivem, desenvolvendo noções de respeito, solidariedade e cooperação que deve existir com os colegas, familiares, vizinhos etc. 

O que você acha de trabalhar, com os pequenos, a paisagem urbana?

A professora irá solicitar às crianças que tentem resgatar fotos antigas e recentes do bairro em que moram. Com estas fotos, irá montar com os alunos ummural refletido, que será o resultado de uma observação feita sobre as principais mudanças ocorridas no espaço. Após a organização deste mural, a professora irá trazer um mapa da cidade com a localização dos bairros e irá mostrar partes de filmes e desenhos animados que mostrem como a modernização urbana criou diferentes tipos de construções e condições de moradia. É importante que as crianças possam perceber a localização de sua moradia em relação ao centro da cidade e, para que isto ocorra, a professora poderá desenhar com giz no pátio da escola um mosaico evidenciando o bairro da escola, bairros vizinhos e o centro da cidade. Alguns pontos conhecidos como igrejas, a escola, praças poderão ser marcados para ajudar as crianças a localizar e identificar as regiões que a cercam.
Após traçar caminhos que liguem os bairros, convidar todos para brincar de um jogo chamado Cada macaco no seu bairro. A professora irá dizer para as crianças ficarem todas na escola ou no centro da cidade ou em seu bairro e irá explicar que quando disser “cada macaco no (definir um ponto de referência) do seu bairro”, todas deverão se dirigir para o local determinado. Por exemplo: “Cada macaco na igreja do seu bairro” ou “cada macaco na escola no nosso bairro”. As crianças irão andar, pular ou correr para o local chamado e a professora poderá usar termos que definam localizações, como em frentepertolongeao lado,atrás etc...
Para finalizar o trabalho, a professora poderá organizar uma visita a algum ponto de referência do bairro da escola ou do bairro onde a maioria das crianças reside, apontando também questões sociais como lideranças de movimentos, localização em relação à escola e ao centro da cidade, condições materiais e serviços disponíveis nesses locais.

4.12.1 E a ciência, como estudar a natureza?

A necessidade atual de formar cidadãos conscientes da sua ação sobre a natureza deve estimular as práticas que envolvam o contato com plantas e animais e o conhecimento sobre os cuidados no seu cultivo e criação atendem ao objetivo de “estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana” (Brasil, 1998b, p. 175).
O século XXI necessita de sujeitos críticos que reelaborem o seu relacionamento com o meio ambiente e nesta perspectiva, estude as conseqüências de suas ações na natureza. A própria globalização, que enquanto aproxima os povos também provoca conflitos entre as fronteiras políticas requer novas maneiras de ensino da ciência e da geografia, do estudo da terra e do tempo. Assim, desde a infância se faz necessário formar cidadãos que compreendam as relações existentes entre a natureza e a sociedade.
Se a escola tiver um laboratório ou uma sala de informática, a aula poderá utilizar o computador como um recurso das novas tecnologias, possibilitando assim a realização de experimentos que por motivo de segurança não poderiam ser feitos no ambiente escolar da educação infantil. Simuladores online possibilitam aos alunos a observação sobre a emissão de dióxido de carbono que os transportes como carros, ônibus urbanos emitem nas cidades todos os dias. Talvez você pense que este possa ser um recurso de difícil acesso ou até entendimento por parte das crianças em tão pequena idade, porém, se for feito um planejamento prévio, com objetivos e uso da linguagem clara, valerá a pena investir em um recurso que possibilita diferentes aprendizagens.
A partir das informações que forem relevantes como conteúdos e dos aspectos observados pelas crianças, poderá ser desenvolvida uma dramatização sobre o tema. Assim, com o teatro, questões ecológicas como o cuidado com a natureza, a preservação e plantio de novas árvores no bairro em que moram podem explicar a necessidade de compensar a emissão de dióxido de carbono pelos automóveis e a importância social e econômica dos transportes coletivos.
Porém, refletir sobre a preservação também exige dos professores estudo sobre diferentes culturas, como a das diferentes etnias, muitas das quais fazem parte da cultura de nosso país e também dos indígenas que representam um momento histórico triste na existência humana pela maneira como foram e são tratados pela sociedade.

Vamos brincar de índio? Muito mais que isso, estudar a cultura indígena é descobrir como a sua cultura aborda os costumes, modos de vida e a sua organização social.
Índio não é brincadeira, não!

A professora poderá pesquisar e mostrar textos e fotos dos indígenas e seus tipos de alimentos, como são produzidos, em que região. Sua maneira de expressar a arte pelo artesanato, danças, jogos e brincadeiras. Também quais são as características de suas moradias e como vivem atualmente. Elucidar e mostrar a realidade desse povo, interpretando os vestígios da presença indígena na mata, sua sobrevivência e preparo físico. Como é a sua organização social atualmente e que contribuições trouxeram para o mundo das artes, da literatura, quais escritores e músicos expressam suas origens.

Assim, as atividades podem ser feitas utilizando a releitura de imagens, exploração de instrumentos sonoros, vivência de suas brincadeiras e jogos, as quais são mais significativas do que o reducionismo da confecção de adornos e pinturas na pele proporciona aos pequenos.



Fonte: RAU, M.C.T.D. Educação Infantil: metodologias e procedimentos. 



Orientação para elaboração do BLOGGER

Orientação para elaboração do BLOGGER

Olá alunos da Pedagogia, GRUPO UNINTER

Segue orientações para elaboração do BLOGGER.

Para conferir se seu Blogger  foi aceito,  verifique em uma das suas postagens;;
"Olá, seu BLOG foi aceito com sucesso. 


Para o acompanhamento da aprendizagem da disciplina, será proposto a abertura de um BLOG contendo o registro de cada aula. O objetivo da utilização desse instrumento é que o aluno faça uma auto-avaliação de sua aprendizagem, registrando o conteúdo abordado, suas reflexões e produções.
O BLOG também PODE ser utilizado para o estágio supervisionado em Educação Infantil.

COMO ABRIR UM BLOG?

·       Abrir um email no gmail.com.
·       No seu email, clicar em aplicativos (quadradinhos ao lado do nome, canto superior direito)
·       Rolar até encontrar o ícone Blogger
·       Clicar em Blogger
·       Clicar em continuar para o Blogger
·       Novo Blogger
·       Dar um título ao seu Blogger, deverá conter o seu nome
·       Criar o endereço (tudo minúsculo e junto)
·       Escolher um modelo (simples)
·       Clicar em criar Blogger. Botão laranja.
·       Para entrar no Blogger clicar no nome criado.
·       Clicar em nova postagem.
·       Dar o título do conteúdo da aula e acrescentar a data. Escrever sua reflexão, adicionar textos, fotos ;imagens, sugestões de atividades, pesquisas, etc.
·       Clicar em publicar.
·       Clicar em visualizar BLOG.
·       Finalizar.
·       Mandar o convite para a professora: ou alunos e alunas
·       No seu email ir em configurações, clicar em leitores do blog, editar, rolar, privado, + adicionar leitores e enviar o convite para o email:  para outras alunas de pedagogia;  salvar alterações.

domingo, 29 de março de 2015

Prática Pedagógica, Aprendizagem e Avaliação em EAD (resumo)

Que princípios educacionais são fundamentais?

A autonomia é a habilidade de se responsabilizar por sua própria aprendizagem de acordo com o nível de ensino, a partir de um plano de estudo com os recursos necessários. A autonomia moral envolve o ato de ser governado por si próprio. Ao se referir às crianças, Kamii (1984, p. 108) afirma: "a tomar decisões por si [...] [próprias]" considerando todos os fatores para se tomar a melhor decisão para todos, isto é, levando em conta o outro. A autonomia intelectual, por outro lado, se refere à construção de suas próprias conclusões baseadas no seu conhecimento, sem que você seja um simples reprodutor de falas e das ideias de outros, isto é, modificando velhas ideias mais do que acumulando novas.

Vale ressaltar que, ao falarmos de autonomia, esse estudo (partido do estudo da Unesco (Kamii, 1984) que se refere às crianças) considera que, para se ter o adulto autônomo, é necessário que a autonomia seja desenvolvida desde a educação infantil (...).

A ação comunicativa, seja a ação docente (do professor), seja a ação discente (do aprendiz/aluno), foi transformada, e, no decorrer do século XX, deixou de ser unidirecional (do professor ativo transmitindo um conhecimento pronto e inquestionável para um aluno que se comportava como receptor passivo) para ser comunicativa bi e multidirecional (de alunos inquietos e questionadores).

 A colaboração é outro princípio educativo e requer que o indivíduo, nesse caso o aluno, compartilhe saberes e experiências tanto com os outros, para reelaborar o conhecimento existente ou para produzir novos conhecimentos. Cortelazzo (2000) afirma:
     "A colaboração é a base de uma parceria sólida e produtiva e [sic] se espera uma construção conjunta em qualquer atividade humana. Assim, na educação escolar, a colaboração também é fundamental, e deve estar presente na parceria entre professores, entre professores e alunos e entre alunos e alunos." 

A comunicação aberta, portanto, é a expressão emocional e a coesão do grupo integradas ao compartilhamento de ideias e ao debate permitem a construção de novas ideias, conforme indicado por Battezzati (2003, p. 40):
     "A presença social se constitui em importante apoio para a presença cognitiva, em atividades de aprendizagem colaborativa, ocupando papel de facilitadora indireta do processo de pensamento crítico, na medida em que os participantes do grupo sintam suas interações divertidas e significativas em termos de resultado."

Ainda de acordo com a autora citada, o professor manifesta sua presença pedagógica mediando a definição de tópicos, construindo significados em conjunto e orientado a integração da presença social e cognitiva no processo educacional formal.
Lee e McLoughlin (2010, p. 68), ao estudarem as dificuldades e limitações referentes à distância e tempo na EAD, lembram que a presença social é determinante para a coesão social e, portanto, para a aprendizagem colaborativa:
     "Quando os níveis de presença social são baixos, os membros do grupo sentem-se desconectados, a coesão se afrouxa e as dinâmicas do grupo se enfraquecem. Por outro lado, quando a presença social é alta, os membros do grupo se sentem vinculados e comprometidos e motivam-se para participar nos processos do grupo, tal como a aprendizagem colaborativa." (Lee; McLoughlin, 2010, p. 68)

Prática Pedagógica, Aprendizagem e Avaliação em EAD (resumo)

Ao falarmos sobre a interação social comunicativa internacional, consideramos que os participantes da ação comunicativa educativa;
Ouvem uns aos outros, trazem suas experiência e compartilham conhecimento.via internet, em especial para a educação de adultos.

Educação on-line, aprendizagem on-line e comunidade virtual refere-se á possibilidades educacionais realizadas.
Em relação á história da EAD no Brasil, pode-se dizer que na década de 1900 foram iniciadas as primeiras  iniciativas de ensino por
correspondência no Brasil.

É incorreto dizer que o MEC se recusou a apoiar a iniciativa da prática do EAD no final do século XX. Até mesmo porque a teleducação, nas décadas de 1970 e 1980, foi marcada pela integração de diferentes mídias, e com isso, a aprendizagem on-line começou a ser implementada com o desenvolvimento das redes eletrônicas.

Podemos afirmar que a EAD na educação superior no Brasil, têm núcleos e centros de pesquisas nas universidades brasileiras, que tiveram um papel importante para o desenho das políticas públicas de Educação a Distância. As ações da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), representando seus associados da rede pública e privada da educação superior, influenciaram a legislação de Educação a Distância no Brasil. Entretanto, as universidades públicas não têm programas de EAD bem definidos e implantados em todas as áreas de educação superior. A legislação da EAD teve um grande impulso desde o ano de 2001 em relação à educação superior no âmbito federal.

Marketing: Coordena a direção da produção, a promoção de cursos e a divulgação de eventos;
Recursos Financeiros: Investe em manutenção, formação continuada, aperfeiçoamento dos materiais didáticos e desenvolvimento de tecnologia;
Currículo: Embasar a organização, o planejamento, a execução e a avaliação do processo de aprendizagem com base no contexto sociocultural;
Sistemas de Informação: Dar suporte para comunicação entre os diferentes setores, para comunicação com o público e a distribuição e receptação a distância;
Cultura Organizacional: Promove recrutamento, formação e avaliação com base na valorização do RH;
Produção de material didático: Coordena a definição, organização, elaboração e distribuição de conteúdos (conhecimento) em diferentes suportes e linguagens.



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

DIVERSIDADE CULTURAL

CULTURA: Conjunto de valores, regras e crenças, que cacterizam um determinado modo de vida. É através dos códigos culturais implícitos em cada cultura, que o indivíduo atua no mundo. Percebemos a diversidade através do encontro com o diverso, su reconhecimento nem sempre está associado`a aceitação ou tolerância diante das diferenças carrega em si potencialida des construtivas e destrutivas. As sociedades se transformam ao longo do tempo, e criam novos códigos culturais. Uma única comunidade pode carregar dentro de cada família códigos culturais específicos , que orientam seu modo de vier a vida. Assim, não é preciso ir tão longe de sua realidade para identificar diferentes culturas que se entrlaçam em um mesmo ambiente. Em sociedade, podemos identificar diferentes culturas, e essas diferenças podem ser marcadas, por exemplo, pela pela localização geográfica de um indivíduo. Do norte ao Sul do país, encontramos uma enorme diversidade cultural. A difusão do reconhecimento da diversidade cultural, busca tornar viável a coexistência pacífica, e respeitosa entre pessoas com identidades culturais diferentes. Esta diversidade cultural torna-se ainda mais interesante e ampla se olharmos para outros países. Ser mulher no ORIENTE MÉDIO, por exemplo, implica em vivenciar um conjunto de valores muito diferentes do nosso. Com a descoberta do novo mundo, no século xv, europeus se apropriaram das terras que "descobriram"; O Brasil é um país multicultural; Todos os seres humanos têm cultura. De maneira geral, podemos dizer que não existem culturas superiores ou inferiores, apenas diferentes; no entanto, tais premissas são atuais. Interessados em explorar as riquezas locais e ampliar seus territórios, subjugaram a população nativa dos territórios, tornando-os escravos. Além diso deram início ao tráfico negreiro, transportando africanos para a América, eos vendendo como escravos. A justificativa dada pelos europeus para tais atos era a de que estariam ajudando essa população, pois através de sua escravização, aprenderiam o modo de vidaeuropeu e se tornariam "CIVILIZADOS'; Ademais, deveriam ser cristinizados, tarefa imediatamente aceita pela Igreja Católica; Em nenhum momento, as crenças os valores e, portanto, a cultura dos povos nativos foi levada em consideração nesse processo. Durante o século XIX, a ciência buscou legitimar a ideia de superioridade de determinadas "raças". Em uma escala de evolução e superioridade, o homem branco estaria no topo da lista, enquanto o homem negro ocupava o último lugar.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Atividades Lúdicas

ATIVIDADES LÚDICAS TRANSPORTANDO CONFETES IDADE = A partir dos 7 anos MATERIAL = Confetes, pratos e canudos ATIVIDADEO professor colocará em cada mesa 2 pratos, um com 10 confetes e outro vazio, distribuirá entre as crianças os canudinhos, ao sinal do professor as crianças deverão sugar os confetes com os canudinhos e transportá-los para o outro prato, quem conseguir transportar mais rápido todos os confetes ganhará a competição. OBJETIVOS: - Integrar a sala; - Coordenação; - Atenção; - Capacidade de sugar e segurar; - Habilidade. SACO SURPRESA IDADE = De 6 a 8 anos MATERIAL = Saco de pano, canetão preto, papel canson, contact e tesoura. ATIVIDADE O professor deverá recortar quadrados de 5cm por 5cm e dento deles escrever em letras grandes os encontros consonantais: bl, br, cl, cr, dr, fl, fr, gl, gr, pl, pr, tl, tr, vr e os dígrafos: ch, lh, nh, rr, ss, gu, qu, sc, sç, xc. Após isso passar contact em cima dos quadrados e colocá-los em um saco. O professor irá passar o saco e cada criança deverá pegar um cartão, ela deverá dizer uma palavra que tenha ou o encontro consonantal ou o dígrafo. Se acertar marca um ponto, se erra não marcará nada. OBJETIVOS: - Integrar a sala; - Atenção; - Percepção auditiva; - Percepção visual; - Imaginação; - Aquisição de lingüagem. OBSTÁCULOS COM GARRAFAS IDADE = 3 a 6 anos MATERIAL = Garrafas de 2 litros de Coca-Cola, àgua, anelina, glitter. ATIVIDADE O professor deverá pedir para cada aluno trazer de casa uma garrafa de Coca-Cola, juntos encherão a garrafa de àgua, colocarão anelina e glitter. As garrafas ficarão coloridas e brilhantes, servirá também para trabalhar cores com as crianças, mas o objetivo delas é fazer de obstáculos. O professor colocará as garrafas na disposição que quiser em zig-zag ou formando uma reta dando um espaço entre elas para que as crianças possam passar por elas. Uma de cada vez elas deverão andar desviando dos obstáculos, depois correrem, após isso o professor deve formar duplas que irão correr de mãos dadas e por último formar um trem que passará pelo mesmo caminho que fizeram ora sozinhos, ora acompanhados. OBJETIVOS: - Integrar o grupo; - Percepção visual; - Observação; - Atenção; - Coordenação motora ampla; - Orientação espacial. OLHO MÁGICO IDADE = A partir dos 3 anos MATERIAL = Papel cartão, figuras de animais objetos, brinquedos, etc. ATIVIDADE A professora deverá fazer um buraco bem pequeno no centro do papel cartão, em seguida colocará a figura embaixo do papel cartão, deixando a mostra só uma parte, as crianças tentarão adivinhar o que é o nome do que está debaixo do papel, ou seja, conseguir adivinhar a figura através do buraco. OBJETIVOS: - Percepção visual; - Coordenação visual e manual; - Destreza manual; - Observação; - Imaginação; - Fazer comparações; - Reconhecimento de formas. ORDENS CONTRÁRIAS IDADE = A partir dos 6 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE O condutor deve colocar as crianças enfileiradas na posição horizontal e dar ordens para as crianças, porém as crianças devem fazer exatamente o contrário que o condutor mandar, se alguma criança obedecer a ordem será eliminada. OBJETIVOS: - Integração da sala; - Atenção; - Rapidez; - Agilidade; - Compreensão; - Percepção auditiva. PALAVRA CHAVE IDADE = 3 a 6 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE O professor deverá falar uma palavra chave, ele contará uma história, todas as vezes que está palavra for dita as crianças deverão bater palmas ou outro som a ser determinado pelo condutor. OBJETIVOS: - Integrar a sala; - Atenção; - Percepção auditiva; - Lingüagem oral. PALAVRA SURPRESA IDADE = 9 a 12 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE O professor deve colocar um aluno para fora da sala. Os que permanecerem vão escolher uma palavra (concreta ou abstrata), depois que todos souberem qual é a palavra o aluno que estava fora da sala deve entrar e fazer perguntas aos colegas para poder adivinhar qual a palavra escolhida, porém, os alunos só poderão responder "sim ou não". O aluno ganhará um ponto se acertar a palavra e retornará ao seu lugar se após 3 tentativas ele não descobrir a palavra secreta. OBS: Se a classe for muito numerosa o aluno só poderá perguntar uma vez para cada aluno, mas se a classe for pequena o professor deve conduzir o final das perguntas. OBJETIVOS: - Integração do grupo; - Imaginação; - Concentração; - Habilidade em memorizar dados; - Capacidade de dedução. PALAVRAS AO VENTO IDADE = A partir dos 9 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE Um aluno escreverá uma palavra bem lentamente no ar, os outros alunos deverão descobrir que palavra ele escreveu. Quando ele terminar, cada aluno na sua vez dirá o que ele escreveu, para cada aluno que acertar marcará um ponto, se caso ninguém acertar, o aluno não passa a sua vez e continua a escrever, mas se alguém acertar ele passará sua vez para o próximo. OBJETIVOS: - Integrar a sala; - Observação; - Atenção; - Percepção visual; - Imaginação. PALAVRAS ESCONDIDAS IDADE = 5 a 7 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE O professor deverá pedir aos alunos que pensem em uma palavra e que dentro dela contenha outra, por exemplo: MAMÃO - MÃO CARVALHO - ALHO METALÚRGICO - METAL. O professor deverá estipular 2 minutos para eles pensarem, para os alunos que acertarem 1 ponto, os que não conseguir pagarão uma prenda. OBJETIVOS: - Integrar a sala; - Percepção auditiva; - Atenção; - Análise. PALAVRAS NA SEQÜÊNCIA IDADE = 6 a 10 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE As crianças devem estar dispostas da maneira que quiserem. Uma criança falará o nome de um objeto, a seguinte fala o mesmo e acrescenta mais um e assim consequentemente, elas não podem alterar a ordem da palavras e nem repeti-las, se isso ocorrer a criança que errar sai do jogo e espera o fim para retornar. OBJETIVOS: - Integrar o grupo; - Atenção; - Memorização; - Percepção auditiva; - Seqüência. PALAVRAS PROIBIDAS IDADE = 9 a 12 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE O professor deve falar a classe quais são as palavras proibidas que será: não, sim e porque. Vai escolher um aluno que vai ser interrogado pelos demais colegas, que irão fazer perguntas que induzirá a criança interrogada a falar as palavras proibidas, quando este errar deverá pagar uma prenda e dar a vez a outro colega. OBJETIVOs - Integração do grupo; - Atenção; - Observação; - Elaboração de perguntas; - Raciocínio; - Percepção auditiva; - Pensamento crítico; - Aquisição de linguagem. PARA QUE SERVE IDADE = 4 a 7 anos MATERIAL = Nenhum ATIVIDADE O professor deverá imaginar um objeto e fazer a seguinte pergunta: Este objeto serve para pintar ? As crianças deverão tentar adivinhar dizendo os objetos que lhe vier a mente: canetinha, lápis de cor, giz de cera, pincel, etc. O professor deverá fazer várias perguntas, dificultando na medida do possível. O aluno que acertar ganhará um ponto, vencerá o que tiver mais pontos. OBJETIVOS: - Integrar o grupo; - Imaginação; - Lingüagem oral. PASSAGEM PELOS VÃOS IDADE = A partir dos 6 anos MATERIAL = Garrafas de plástico vazias e uma bola. ATIVIDADE O condutor deverá colocar as garrafas de plástico a uma boa distância uma da outra (dependendo da habilidade dos jogadores), em uma reta paralela. Os jogadores deverão jogar a bola rastejando no chão e tentar não atingir as garrafas de plástico, as crianças que conseguirem mais vezes passar pelos vãos das garrafas ganharão o jogo. OBJETIVOS: - Integrar o grupo; - Coordenação visomotora; - Coordenação motora; - Atenção; - Orientação espacial; - Precisão no arremesso. Postado

Educação Medieval

Educação Medieval Contexto: O cristianismo se desenvolve intelectual e institucionalmente até alcançar a eminência máxima com a Escolástica e com o nascimento das Universidades; O localismo dos municípios e o gremialismo das profissões dão origem a uma nova estrutura social; Resultados na educação: Menosprezo da educação para a vida terrena; Maior atenção à vida emotiva e religiosa, com prejuízo da educação intelectual; Caráter universal, supranacional da educação, com o emprego de uma língua única - o latim-, e com a criação de Universidades, abertas a alunos de todos os países; Predomínio no ensino das matérias abstratas e literárias,com descuido das realistas e científicas; Emprego de métodos verbalistas e memorísticos, com menosprezo da atividade; Submissão a rigorosa disciplina externa, ao invés da liberdade de indagar e ensinar; Desenvolvimento de uma educação secular, municipal ou gremial, junto à eclesiástica. Educação monástica - únicos centros de cultura e educação até o século V Ordem Beneditina - eixo da educação monástica ocidental (Itália, Inglaterra, Alemanha, Suiça, e França); 37.000 edifícios depois - franciscanos, dominicanos, cluniacenses e cistercienses vida religiosa (moral e espiritual) aspecto intelectual reduzido objetivo: formação de monges (desde 6 ou 7 anos até 14 ou 15 anos) cópia de manuscritos, estudo das escrituras salmos, sinais de escrita, cânticos, gramática e livros sagrados tinham um escola externa para classes sociais inferiores (paroquiais) Educação catedral - formação de clérigos ensino - trivium e quadrivium tinham um escola externa para classes sociais superiores ou profissionais bispos ensinavam e supervisionavam Educação palatina e estatal - nos palácios - latim, grego, poesia, aritmética, astronomia, teologia Carlos Magno - Imperador Franco - hoje terras da França e Alemanha) Alfredo - Inglaterra - tradução das obras clássicas para o inglês Educação cavalheiresca germânicos - código de honra -cortesia, disciplina, organização, coragem educação na família, no próprio palácio até 7 anos. aos sete anos - outro palácio, era pajem de damas; 15 anos - escudeiro, já ia para guerras 21 anos cavaleiro muitos não sabiam ler e escrever objetivo: destreza física, equitação, esgrima, arco e lança; formação espiritual Mulher - prendas domésticas e poesia Educação universitária nasce nesse momento - século XII 1º escola de medicina de Salerno - Itália, depois a de Bolonha século XIII - a de Paris, junto a catedral de Notre Dame, depois a de Oxford (Inglaterra) e a de Salamanca (Espanha) caráter geral, para todos os estudantes de qualquer país faculdade de Artes = preparatória para a Teologia, Medicina e Direito graus de professores: bacharel (aprendiz de professor) licenciatura ( capacitado para ensinar) mestre ou doutor colégios - inicialmente eram hospedarias ensino; exposição e análise de texto questionamentos e apresentação de argumentos discussão de temas sugeridos pelo mestre Educação gremial e municipal (estas- princípio da edu caráter profissional - burgos aprendiz, oficial e mestre Educação municipal iniciou com professores ambulantes princípio da educação pública professores recebiam alguma remuneração - particular ou estatal PEDAGOGIA MEDIEVAL - Não houve muitos teóricos da educação, mas muitos educadores, geralmente monges e eclesiástico, entre os quais alguns escreveram sobre educação, tais como: Anos mais obscuros da Idade média: entre 600 e 850.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

JOGO DAS SÍLABAS

Jogo das Sílabas Jogo das sílabas é uma atividade divertida que poderá fazer com as crianças maiores de 3 anos com ou sem dificuldades de aprendizagem. Este é um jogo de linguagem simples e divertido que pode ser realizado em qualquer lugar e ajustado à sua rotina. Estimula a linguagem oral e trabalha a estrutura das palavras, prevenindo futuros problemas relacionados com a leitura e com a escrita. Trabalha o conceito de palavra e a consciência silábica. Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das SílabasBlog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas Blog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das SílabasBlog de casadainfancia : Casa da Infância, Jogo das Sílabas Como jogar o Jogo das Sílabas Em primeiro lugar escolha a palavra de ordem, que será a palavra usada para começar o jogo, combinada previamente entre si e o seu filho ou educando. Por exemplo: “Silabra” (palavra fictícia e engraçada). Cada vez que disser a palavra “Silabra” o jogo começa: o adulto que está jogando diz palavras do que vê ao seu redor e a criança tem de indicar as sílabas, mas de forma divertida, ou seja, batendo as palmas, batendo os pés, pulando, etc. Por exemplo, quando vai às compras com o seu filho tem uma excelente oportunidade de praticar este jogo. Entra no supermercado e diz “silabra” (ou outra palavra da sua escolha) e logo começa a brincadeira educacional. Poderá pedir à criança para bater palmas para indicar quantas sílabas a palavra tem: ba-na-na. Poderá jogar quantas vezes pretender e durante o tempo que achar adequado. Fonte: http://educamais.com/jogo-das-silabas/

A LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL - A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e departicipação nas diversas práticas sociais. O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, dada sua importância para a formação do sujeito, para a interação com asoutras pessoas, na orientação das ações das crianças, na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento. A educação infantil ao promover experiências significativas de aprendizagemda língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constitui em um dos espaços de ampliação de das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelascrianças. Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências lingüísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever. Através desta pesquisa,entenderemos melhor a presença da linguagem oral e escrita na educação infantil, com algumas idéias práticas correntes. Fonte:http://www.ensaios/Linguagem-Oral-e-Escrita-Na-Educa%C3%A7%C3%A3o/290187.html

domingo, 2 de novembro de 2014

ORGANIZAÇÃO ESCOLAR

Á escola é o espaço da sociedade que produz os elementos da sua própria contradição, na medida em que a educação é dialética. Um dos primeiros documentos que trata da função da escola é " Manifesto dos Pioneiros" , escrito em 1932. As discussões sobre a necessidade das escolas para todos se iniciam com o movimento da Revolução Francesa e da Independência dos Estados Unidos. Os sujeitos escolares que compõem a organização da escola: um dos principais interlocutores para o contexto escolar é o professor, que exerce o papel direto com o aluno. Sobre o perfil dos alunos: o acesso á informação contribui para que o aluno se torne um cidadão crítico e reflexivo. A escola deve discutir seus encaminhamentos pedagógicos partindo da concepção de formação do aluno integral e integrando. Função do professor no contexto escolar: o professor é responsável pelo trabalho pedagógico, abrangendo todas as formas de atividade científica, visando o pleno desenvolvimento do aluno. "A integração entre escola e família deve também se dar nos processos decisivos da gestão, por meio colegiados, como o conselho escolar, prevendo que a comunidade seja sempre indagada na continuidade do processo de melhoria da instituição." Organização escolar, significa viabilizar condições nas escolas para que as açóes aconteçam, construindo, assim, relações saudáveis de organização no espaço escolar. O caminho para que a escola avance em sua organização é partir de um enfoque de participação e coletividade. O conselho escolar, é um orgão de consulta, deliberação e fiscalização de grande impotância para a gestão escolar. O diretor da escola deve coordenar, organizar e gerenciar as atividades da instituição, conforme deliberado pelo coletivo em reuniões e assembléias. O setor técnico-administrativo mantém o funcionamento da escola(documentação, zeladoria, manutenção, entre outras atividades de operacionalização). Qual a imprtânica do P.P.P? (projeto político pedaagógico) O PPP, da escola exige reflexão sobre as finalidades da inatituição de ensino, papel social, formas operacionaia e ações do processo educativo. O projeto deve ser fruto de uma construção coletiva, de muito estudo, discussões e reflexõwes. A elaboração do projeto politico pedagógico deve seguir determinado roteiro o qual a escola pode selecionar, priorizando suas especialidades e clientela. O PPP, deve ser constantemente avaliado, visto que é dinâmico e reflexivo, não se caracterizando como um documento estático da escola. Melhoria do espaço escolar: a avaliação que traz resultados eficazes é apenas a de caráter quantitativa. A avaliação institucional nas universidades deve ser utilizada para medidas, classificação e marketing.No art. 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, nº 9.394/96), estão implícitos os princípios norteadores do projeto pedagógico, e um deles é "igualdade de condições para acesso e permanência na escola", também previsto no art. 206, inciso I da Constituição Federal de 1988 e no primeiro inciso do art. 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1991). Sendo assim, a escola deve ser a principal ferramenta de inclusão; segundo Mantoam (apud MITTLER, 2003, XI), "o que se espera da escola é que seus planos sejam definidos por uma cidadania global, livre de preconceitos, a qual se dispõe a reconhecer e a valorizar, a incompletude, a singularidade dos seres, ideias essenciais para se entender a inclusão". A escola deve, então, propor ações e fazer valer os direitos de todos os alunos para que sejam tratados sem discriminação, inclusive cumprindo a Constituição Federal de 1988, em seu art. 3º, inciso IV, que assegura “a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

IMPORTÂNCIA DO RCNEI NA EDUCAÇÃO

segunda-feira, 6 de outubro de 2014 REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO RCNEI PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL A RCNEI surgiu com um compromisso de desenvolver a educação infantil nos apontando direções plausíveis para que possamos desenvolver um trabalho com maior desenvoltura e eficácia, atender de fato a necessidade de cada criança. Pois, é através da aprendizagem que conseguimos desvendar caminhos diversos, que seria o conhecimento a luz da pesquisa. A importância do RCNEI na Educação Infantil é muito importante, pois é uma forma de trabalhar com planejamento direcionado ao trabalho a ser realizado dentro de sala. O RCNEI nos orienta a forma de proporcionar um conteúdo programático em cada faixa etária, promovendo o enriquecimento da prática pedagógica. Por isso através dos livros pedagógicos fazemos planejamentos e executando práticas do nosso dia-a-dia, e para elaboramos o planejamento usamos através das observações e experiência vivenciada pratica elaborada na sala de aula, as ações vivenciadas pela criança na escola. A rotina da criança na escola são atividades realizadas todos os dias e servem para organizar o trabalho são práticas fundamentais para uma boa qualidade de serviço, as quais são para satisfazer a necessidade do dia-a-dia da criança. O referencial curricular tem a finalidade de concluir um trabalho otimista com desenvolvimento positivo e que venha a ter confiança em sua capacidade e percepções e limitações. Propondo a criança um ambiente onde ela possa desenvolver plenamente em socialização com os adultos, tendo reconhecimento do outro, como brincar, expressando emoções, sentimentos, desejos e necessidades. É importante promover o crescimento e o desenvolvimento saudável da criança, tendo uma atenção as suas necessidades de afeto, alimentação, segurança, e integridade corporal e psíquica, para que a criança sinta-se bem e crie nela um sentimento de amor. E sendo assim, o vínculo com os educadores crescem mais pela confiança e estabilidade de que está sendo bem tratada. O RCNEI dos dar a segurança de manter um equilíbrio bastante produtivo visando uma qualidade que possam promover e ampliar as condições necessárias para nossas crianças brasileiras obtendo uma cidadania exemplar.

domingo, 14 de setembro de 2014

A importância do cantinho na educação infantil

Nosso cantinho: o Cantinho do Consultório Médico
 Em equipe desenvolvemos o cantinho do consultório médico, para atividades lúdicas ligadas à saúde da criança. Muitas vezes as crianças têm medo de irem à consulta médica, pois para elas pode significar algo invasivo; uma pessoa que ela não conhece e que começa a examinar todo seu corpo. Outras vezes ir ao médico é sinônimo de estar doente, estar se sentindo mal, e quando a criança está buscando o conforto de sua mãe, o médico estará examinando, dando remédios, injeções e exames.
 O cantinho médico vem então para ajudar a criança a se identificar com a pessoa do médico, onde ela mesma vai cuidar de suas bonecas, seus ursinhos ou mesmo seus coleguinhas, que possam ser os "pacientes". Nessa ludicidade e com a ajuda da educadora, a criança vai aprendendo que cuidar da saúde faz bem, é necessário. Assim ela vai participando de seus receios e de suas alegrias em cuidar da saúde com seus coleguinhas.
Referências bibliograficas:
Rosseti, Ferreira, M.C. Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 1998.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

"CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE "

Carlos Drummond de Andrade: "Brincar com crianças não é... "Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

IMPORTÂNCIA DA ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, como primeira etapa da Educação Básica, requer um currículo plural que deve considerar, dentre outros aspectos, a organização do cotidiano das ações que acontecem enquanto as crianças estão na escola. A rotina é um elemento importante da Educação Infantil, por proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança.Também proporciona à criança maior facilidade de organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse que uma rotina desestruturada pode causar. Entretanto, como vimos, a rotina não precisaser rígida, sem espaço para invenção (por parte dos professores e das crianças). Pelo contrário a rotina pode ser rica, alegre e prazerosa, proporcionado espaço para a construção diária do projetopolítico-pedagógico da instituição de Educação Infantil. Está implícita na palavra rotina, uma noção de tempo e espaço. Através dela, temos: - Brincadeiras, jogos e todo o dia organizado; -Atividades mais dirigidas e específicas, como, por exemplo, o parque, que vai desenvolver fisicamente e socialmente; - Recreação: higiene, lanche e brincadeiras; - Aulas diversificadas: cada grupo faz uma atividade diferente; - Roda de leitura: é fundamental para o ensino. Uma rotina estável, clara e compreensível permite que as crianças a incorporem, podendo antecipar o que irá acontecer em seguida.Isso oferece uma sensação de segurança a elas, o que, por sua vez, permitirá que elas atuem com maior autonomia e tranqüilidade no ambiente escolar. Rotina estável, entretanto, não significarigidez e inflexibilidade. É importante que o professor possa organizar o tempo levando em consideração seu planejamento, mas podendo contar com a possibilidade de alterá-lo de acordo com suas própriasnecessidades e a de seu grupo também. Rotinas iguais não servem para grupos diferentes. A rotina que nunca muda torna o trabalho do professor monótono e repetitivo e pouco interessante para seus alunos.... “Agora eu era o rei Era o bedel e era também juiz E pela minha lei A gente era obrigada a ser feliz E você era a princesa Que eu fiz coroar E era tão linda de se admirar...” Chico Buarque

domingo, 17 de agosto de 2014

Articulação entre cuidar e educar na educação infantil

Educar significa portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, o acesso pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. A educação poderá auxiliar o desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis. 

A base do cuidado humano é compreender como ajudar o outro a se desenvolver como ser humano. Cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. O cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio que possui uma dimensão expressiva e implica em procedimentos específicos.
As atitudes e procedimentos de cuidado são influenciadas por crenças e valores em torno da saúde, da educação e do desenvolvimento infantil. Embora as necessidades humanas básicas sejam comuns, como alimentar-se, proteger-se etc. as formas de identifica-las, valoriza-las e atendê-las são construídas socialmente. As necessidades básicas, podem ser modificadas e acrescidas de outras de acordo com o contexto sociocultural.
Para cuidar é preciso antes de tudo estar comprometido com outro, com sua singularidade, ser solidário com suas necessidades, confiando em suas capacidades. Disso depende a construção de um vínculo entre quem cuida e quem é cuidado.


Para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso, é preciso que o professor considere na organização do trabalho educativo: a interação com crianças da mesma idade e de idades diferentes em situações diversas como fator de promoção da aprendizagem e do desenvolvimento e da capacidade de relacionar-se; os conhecimentos prévios de qualquer natureza, que as crianças já possuem sobre assunto, já que elas aprendem por meio de uma construção interna ao relacionar suas idéias com novas informações de que dispõem e com as interações que estabelece; a individualidade e a diversidade; o grau de desafio que as atividades apresentam e o fato de que devam ser significativas e apresentadas de maneira integrada para as crianças e mais próximas possíveis das práticas socais reais; a resolução de problemas como forma de aprendizagem.

Elaboração da atividade 
- Recurso: livro (Peixe Pixote, de Sônia Junqueira);
- Espaço: tatame;
- Atividade: contação de história.
- Objetivo: levar a criança a enfrentar os seus medos, interagir e conhecer o novo.

Primeiro trabalho desenvolvido em aula.

Esse desenho representou um período da minha infância, onde, o convívio familiar era muito forte. Havia a presença de pai, mãe, avós e irmãs. Havia também união, compreensão e muito amor.